
Um discípulo veio de um país muito distante. O mestre perguntou-lhe:
"Que procuras?"
"A iluminação!".
"Tens o tesouro dentro de ti, porque procuras noutro lugar?"
"Qual é o meu tesouro?"
"O desejo de procurar que habita em ti."
Nesse instante, o discípulo alcançou a iluminação.
Muitos anos depois, ainda continuava a dizer aos seus amigos:
"Descubram os vossos tesouros e apreciem-nos"
Anthony de Mello, jesuíta indiano

Quando o Pelicano partiu em busca de alimento, uma serpente escondida entre a ramagem começou a arrastar-se em direcção ao ninho.
Os pequenos dormiam tranquilos. A serpente aproximou-se e, com um olhar malvado, deu início à tragédia. Uma mordidela venenosa a cada um e os pobrezinhos passaram imediatamente do sono para a morte.
Satisfeita, a serpente voltou para o seu esconderijo, a fim de gozar com a chegada do Pelicano. De facto, passado pouco tempo, ele chegou. Ao ver aquela tragédia, começou a chorar e o seu lamento era tão desesperado que todos os habitantes da floresta o escutavam comovidos.
O pobre pai dizia:
- Que sentido tem, a minha vida sem vós? Também eu quero morrer, como vós! - E com o bico começou a ferir-se no peito, mesmo junto do coração.
O sangue jorrava da ferida,banhando os pequenos feridos pela serpente. Mas a um certo momento o Pelicano, já moribundo, estremeceu de alegria. O seu sangue quente tinha dado a vida aos seus filhos. O seu amor tinha-os ressuscitado. E, então, muito feliz, inclinou a cabeça e expirou.
Leonardo Da Vinci
- Perdi a minha mulher - contou a Joe quando foi convidado a sentar-se. - Foi-me tirada e desapareceu. Amava-a tanto. Agora nunca mais voltarei a vê-la.
- Morreu
- Sim, é isso que estou a dizer. Desapareceu.
- A verdade é que podia tê-lo deixado, o que teria sido bem pior. Nesse caso também nunca mais a veria, mas teria de sofrer a dor acrescida da rejeição. De qualquer forma isto é muito triste. Lamento que tivesse de a devolver, antes de ela o ter devolvido a si.
- Como? Devolvê-la?
- Exactamente. Você está a tornar o seu desgosto ainda maior, ao sentir-se uma vítima tão grande. Se se convencer de que a devolveu vai sentir-se melhor.
É que, na verdade, ela nunca foi sua. Nada do que julga possuir é seu, nem nunca foi.
- Mas isso é uma loucura, os meus bens pertencem--me. Os meus filhos pertencem-me. E a minha mulher...
- Não, não lhe pertencem. Apenas você pertence a si mesmo. Não os seus bens, não os seus filhos, não a sua mulher. Vai ter de os devolver todos. Não ficará com nenhum deles.
"O assessor deu-lhe um par de calças de marca e uma camisola «polo» vermelha. Queria oferecer-lhe tudo o que possuía, incluindo todo o seu dinheiro, mas o monge agradeceu e disse que só precisava das roupas.
- Vai precisar do seu dinheiro. Não se esqueça de que foi despedido.
- Perdi tudo, incluindo a auto-estima.
- Continue a ser tão bom para as pessoas como foi para mim e será um homem feliz.
- Realmente? É assim tão simples?
- É
- Mas, de facto, que é que eu fiz?
- Cuidou de mim, alguém totalmente desconhecido. Lavou as minhas feridas e velou pelo meu sono. Rezou por mim. Ofereceu-me tudo o que tinha.
- É verdade que fiz tudo isso. É bondade, não é?
- Acho que também se pode considerar amor."
Era uma vez dois amigos.
A vida tinha-os conduzido por caminhos diferentes. Um tinha chegado a ser rico, enquanto outro era um vagabundo.
Um belo dia encontraram-se ambos. Para festejar o encontro, o rico convidou o amigo vagabundo paro beber uns copos. No fim, ele embebedou-se e adormeceu profundamente. O rico, compadecido do amigo vagabundo, meteu-lhe uma pedra preciosa no bolso, para que, ao acordar, a encontrasse e a vendesse, para arranjar dinheiro.
Passado algum tempo, encontraram-se ambos de novo. O rico admirou-se de que o amigo continuasse a ser vagabundo e disse-lhe:
- Que fazes? Como continuas a ser vaqabundo? Não encontraste o tesouro que te pus no bolso?
Muitas pessoas passam toda a vida como miseráveis, Vagabundos, sem descobrir que têm dentro de si um tesouro.
São ricos mas vivem como pobres.
São felizes, têm a felicidade em si mesmos, mas vivem toda a vida na infelicidade.
Apenas precisam de olhar para dentro de si.
Aí está o seu tesouro!

Era uma vez… Um escritor que morava numa praia tranquila, próxima de uma colónia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar e, à tarde ficava em casa a escrever.
Certo dia, ao caminhar pela praia, viu um vulto ao longe que parecia dançar. Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia, para, uma a uma, jogá-las de volta ao oceano, para além de onde as ondas quebravam.
-Porque é que estás a fazer isto? – perguntou o escritor.
-Não está a ver? – explicou o jovem, que alegremente continuava a apanhar e jogar as estrelas ao mar – A maré está a vazar e o sol está a brilhar fortemente… elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia.
O escritor espantou-se com a resposta e disse com paciência:
-Meu jovem, existem milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Tu jogas algumas ao oceano, mas a maioria vão voltar de qualquer jeito. De que te adianta tanto esforço? Não vai fazer diferença.
O jovem abaixou-se e apanhou mais uma estrela na praia, sorriu para o escritor e disse:
-Para esta faz… - e jogou-a de volta ao mar.
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, nem sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele, e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao mar.
Tu que gostas tanto de estar em frente ao computador, a nevegar pela net... experimenta fazer uma visita a este sítio: Operation Nice.
Este site foi criado por uma jovem e tem como lema “encouraging individuals to be proactively nice”. Na página encontram-se variadas sugestões de como o pôr em prática no dia-a-dia; sugestões de compromissos semanais como “esta semana vou tentar ouvir melhor os outros”; testemunhos de situações do dia-a-dia contadas por diversas pessoas que aderiram a esta forma tão simples de mudar um pouco o universo à sua volta… ser agradável com os outros, simpático.
“Don't you love it when people go out of their way to be nice? Like when someone waits to hold the door for you. Or when a stranger waves you into a line at traffic. Or even when a coworker shoots you a friendly smile along with a "have a nice day." If everyone was a little bit nicer to the folks they encountered each day, perhaps the world would be a more pleasant place. Operation NICE was initiated to remind you that a little NICE goes a long way.”
Visita! E porque não juntares-te também a este compromisso?
Be nice!
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Um rapaz procurou Sócrates e disse-lhe que precisava contar-lhe algo sobre alguém.
Sócrates ergueu os olhos do livro que estava lendo e perguntou:
- O que me vais contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras? - indagou o rapaz.
- Sim! A primeira peneira é a VERDADE. O que me queres contar dos outros é um facto? Caso tenhas ouvido falar, a coisa deve morrer aqui mesmo. Suponhamos que seja verdade. Deve, então, passar pela segunda peneira: a BONDADE.
O que vais contar é uma coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que queres contar é verdade e é coisa boa, deverá passar ainda pela terceira peneira: a NECESSIDADE.
Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a comunidade? Pode melhorar o planeta?
Arremata Sócrates:
- Se passou pelas três peneiras, conta! Tanto eu, como tu e o teu irmão iremos beneficiar.
Caso contrário, esquece e enterra tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
A vida é uma oportunidade, aproveita-a...
A vida é beleza, admira-a...
A vida é felicidade, saboreia-a...
A vida é um sonho, torna-o realidade...
A vida é um desafio, enfrenta-o...
A vida é um dever, cumpre-o...
A vida é um jogo, joga-o...
A vida é preciosa, cuida dela...
A vida é uma riqueza, conserva-a...
A vida é amor, goza-o...
A vida é um mistério, descubre-o...
A vida é promessa, cumpre-a...
A vida é tristeza, supera-a...
A vida é um hino, canta-o...
A vida é uma luta, aceita-a...
A vida é aventura, arrisca-a...
A vida é alegria, faz por merecê-la...
A vida é vida, defende-a!
Madre Teresa de Calcutá
ASSOCIAÇÃO JOVENS
CRISTÃOS DE LUSO
ASSOCIAÇÃO JUVENIL
MEMBRO
R.N.A.J.
PESSOA COLECTIVA DE
UTILIDADE PÚBLICA
INSTITUIÇÃO PARTICULAR DE SOLIDARIEDADE SOCIAL (I.P.S.S.)